Que coisa.

Maio 19, 2008 por rodrigomorelato

Hoje entrei em um blog – cujo dono não conheço – onde encontrei um pequeno artigo sobre o Nada. O Nada realmente intriga, afinal, eu acho que está fora da Linguagem – como pode?

O Nada me parece terra distante de além-mar da qual apenas confabulamos sobre segredos, tesouros escondidos e civilizações perdidas. O Nada não é a negação de algo: ele é mais amplo do que o “nenhum”: para que não haja nenhum, faz-se necessaria, previamente, a existência de algo a ser negado. Assim, o “nenhum” pressupõe a existência do “um”.

O Nada não admite esse tipo de jogo. É o que há de mais absolutamente vasto e indeterminado. O Nada relaciona-se intimamente com o Ser e a sua possibilidade de re-velação.

Ensaios heideggerianos…

Balzac.

Maio 13, 2008 por rodrigomorelato

Cara,

antes de ler o meu primeiro Balzac, achava que literatura clássica (esses livros que a gente encontra em sebos, editados há vinte anos pela Abril em capa carmim e letras douradas o título) era pura pose.

Cara: nada como o antes e o depois.

Porque Luciano de Rumbempré (ou Chardon) parece tanto comigo! E essas coisas do viver, que coloca no nosso caminho acontecimentos parecidos com os de dentro dos livros… Agora, mais um companheiro trancado dentro de livro, preso em minha estante, esperando por contar as histórias!

Nada como belas 700 páginas de literatura francesa do século XIX. (E olha que tem continuação!!!)

Após essas “Ilusões Perdidas”, fico pensando no “Guerra e Paz” em cima da minha mesa…

Até.

O começo pelo começo.

Abril 7, 2008 por rodrigomorelato

Começo pelo começo por ser o contrário de Brás Cubas e de qualquer conto machadiano.

Pelo começo porque não tenho ambição alguma, fora a deste pequeno blog sobreviver imerso no meu cotidiano de horas avulsas espalhadas pela semana.

Rodrigo, estudante de jornalismo, que treme ao ouvir falar da futura profissão e colegas de trabalho em geral.